De novo voltamos a mesmice, aquela coisa repetitiva e chata que chamamos de "amor". Tudo parece começo e tudo parece fim. Tudo parece você, tudo parece eu e nada parece com nós dois.. Tudo complicado demais, chato demais, sufocante demais, mas quem será o último a largar a corda que nos prende? De novo com as mesmas conversas, mesmos "eu te amo", mesmas mancadas e eu continuo aqui, me prendo em você, como se fosse velcro. Sem músicas românticas, "eu te amo" gritados, ligações antes de dormir, abraços longos ou olhares profundos, só você, só eu, só nós, que não existimos. É massante perder dias, semanas, meses por você, sem você, com você. É repetitivo, é cansativo, é neurótico, é inacabável. "Me deixa", eu tenho vontade de gritar, mas você me cala com um dos seus oito olhares, você me prende nos seus braços e caímos na mesmice. De novo, de novo e de novo, é um buraco sem fim, é um túnel sem luz, mas continuamos!
sábado, 29 de setembro de 2012
Mesmice
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