segunda-feira, 28 de maio de 2012

‎"Doeu,



                                                 

doeu muito, os olhos encheram de lágrimas, a boca tremeu, o corpo inteiro balançou, mas eu optei por fingir que nada aconteceu. Olhei pro céu, contei até dez, vi que não era suficiente e contei até cem repetidas vezes para não me deixar abalar de novo, para não ter que me explicar de novo. Por fim, eu sorri e te encarei com os mesmo olhos de "Está tudo bem", os olhos de costume. Porque agora eu sei que não vale a pena nenhuma lágrima derramada por você ou por qualquer pessoa que não sente por mim um terço do que eu sinto!"

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