quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

O QUANTO EU TE AMO


Você não tem noção do quanto eu te amo. Realmente, é um amor doentio, quase não é saudável, é anti-social, é imaturamente viciante, é excitante, ora da medo, ora coragem, me faz bem e mal, me deixa feliz e triste, me mata de felicidade, saudade e alegria, ora me fortalece, ora me destrói, me completa, me faz querer viver, me faz querer sempre mais, mais de você, mais de mim, mais de nós, mais do nosso amor, do nosso futuro. Me faz perder o fôlego, me faz chorar, me desesperar, mas eu sempre quero mais, é como se eu tivesse caindo a todo instante, mas a queda é lenta e eu sei que sem você, a queda seria bem mais rápida. 

É esquisito, mas eu adoro sentir tudo isso, o drama, a "doença", a ardência na garganta, o vazio no peito, o gosto quente na boca, as lágrimas nos olhos, o sorriso involuntário nos lábios, o desejo incontrolável de ter, o desespero, a saudade, a dor que tudo isso provoca, o ciúmes. 

Eu amo tudo isso, eu amo o "errado" e talvez, eu seja mesmo doente, mas você é o meu remédio, é a minha droga e se você tiver me matando aos poucos, que me mate, me mate de amor, de prazer, que me mate enquanto eu peça mais, peça mais morte, mais prazer, mais você. Me mate enquanto eu chamo o teu nome e peça mais de você, que você me faça sentir cada vez mais dependente de você, que a cada segundo que se passe, eu queira mais você e se você for a morte, eu estarei preparada parar morrer, estarei pronta para a missão suicida, eu sou sua.

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