quinta-feira, 13 de outubro de 2011
"É bom
que você se acostume e que diferente de mim, seja fácil pra você. Que seja fácil pra você se acostumar com a minha ausência. Se acostumar com o meu nor(mal), se acostumar com a minha indiferença. Que seja fácil pra você voltar a sua rotina normal, sem mim. Que seja fácil sorrir sem as minhas piadas mal contadas e as minhas besteiras pela madrugada. Que seja fácil contar algo pra alguém que não seja eu. Espero que você consiga ser feliz sem mim, sem nenhum esforço. Espero que você dê risada com clareza, que ria até chorar, com outro alguém do seu lado. Eu espero que você ame alguém de verdade e que ninguém te faça de bobo. Eu me sentiria mal por você, sim, eu não te desejo mal algum. Eu vou continuar aqui, observando-te de longe, para ainda assim, ver o seu sorriso. Talvez, eu lhe siga algumas vezes no caminho de casa, pra jamais esquecer o seu andar. Talvez, eu te ligue pra escutar sua voz e acabe por dizer: "Não é nada.. É só que.. Eu não tenho o que fazer", mas por dentro, uma voz irá gritar sufocada dizendo repetidamente: "Eu me apaixonei pelos os seus erros. Eu me afastei, mas eu ainda te quero. Eu morro de saudade". E talvez, você entenda pela minha voz chorosa, que a saudade é maior que o meu orgulho bobo, mas que de modo algum, eu vou abrir a guarda, que de modo algum, eu vou deixar você me destroçar por dentro novamente. Eu chorarei por dias, enquanto você sorrirá ao mesmo tempo. Eu lembrarei de enquanto você conversava e beijava e você se lembrará apenas das nossas brigas pequenas. Talvez, você pense em mim um ou duas vezes antes de dormir. E ao escutar o meu nome, sinta lá no fundo, uma pontada de dor misturada com alívio. Enquanto eu, me pouparei de chorar em frente ao outros, pra chorar na minha cama lembrando de como tudo era mais fácil, antes que eu me apaixonasse realmente por você. É bom que eu me acostume a sua ausência, pois ela está tão mais próxima de mim, do que o seu amor absoluto."
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