
mas eu continuo a dizer, não é nada com ninguém. É algo comigo, que envolve somente a mim. Junto à isso, eu vejo coisas que eu deixei pra trás, coisas que eu não devia deixar passar assim, tão friamente, coisas que hoje eu vejo, o quanto faz falta. Eu olho pra trás e vejo tudo que eu perdi, olhando pra frente, eu vejo tudo que eu ganhei e a confusão na minha cabeça volta a acontecer. Uma nova confusão, tão igual as antigas, que quase não se distinguem, eu costumo chamar de uma velha nova confusão, uma doce e saborosa confusão. Ao ver tudo passar e tudo mudar, eu vejo o quanto eu mudei e vejo ao mesmo tempo, o quanto eu ainda estou igual. Tenho medos que apenas algumas pessoas são capaz de curar e eu não as escolhos, não escolho as pessoas com as quais eu quero contar quando a confusão chega a me atingir, a confusão pede uma companhia antiga e eu vou em busca de cessar tudo, que me faz mal. Talvez, seja egoísmo, não nego, esse é um dos meus sentimentos favoritos, aprendi a ser egoísta conforme a necessidade: Se ninguém pensa em mim, deixemos, eu pensarei só. A minha velha nova confusão, não tem em mente, magoar ninguém, somente a mim. É respeitável. Moralmente respeitável: Ter medos e anseios, buscar soluções cabíveis até os confins da Terra, ter pra mim, as pessoas certas, nas horas certas, suprir minhas necessidades. Antes eu, depois o mundo. Ou, antes você, depois o meu mundo, mas pra que antes venha qualquer pessoa, o meu mundo, tem que está completo, pra não entrar em uma batalha insaciável e interminável, entre bem e mal, entre feliz e infeliz, entre completa e incompleta. Confesso que antes de tomar qualquer decisão, entre escolher qualquer um desses lados, eu pensei em sumir, digo, sumir da fase da Terra, zerar minha existência, me resumir a pó, ou apodrecer debaixo de sete palmos, mas suponho que seja melhor, pra algumas pessoas, que eu tome partido do que eu realmente quero. Não costumo escolher lados, temos prós e contras, em qualquer situação e eu, como medrosa nata, tenho medo de perder demais e ganhar de menos, típico de mim mesma, suponha, que todos saibam disso. Eu preciso de compreensão, preciso que me deem espaço e me deixe por fim escolher, o que eu quero. Meus sentimentos permanecem intactos, meu amor incondicional, meu orgulho e egoísmo. Não pretendo mudar minha doutrina, pretendo permanecer com o meu castelo exatamente como está, mesmo que ande caindo as poucos, eu sei que eu, tenho forças suficientes pra levantar e colocar de novo, tudo em seu devido lugar. Eu só preciso de tempo, de novo, tempo pra botar tudo no lugar, exterminar uma mais velha nova confusão e me dedicar somente, ao que vale a pena agora. Eu quero um eu e você eterno, eu quero amizades verdadeiras por perto, quero meus objetivos mais próximos. Eu não digo que quero ser feliz, eu só quero.. deixar de ser triste.
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