na qual expor todos os meus sentimentos não estão me levando a nada. Uma fase na qual o amor não é o único sentimento que me habita e de fato, não é o único que quer sair daqui de dentro. Eu to em uma fase, na qual minha cabeça está uma verdadeira confusão e nada consegue desfaze-la, desarma-la. De vez em quando, eu preciso me esvaziar, eu preciso trocar pessoas, impor novos limites, escolher novas prioridades e eu acho que esse mês, foi o mês escolhido pra isso. O amor anda se escondendo nas entrelinhas, dando espaço a uma revolta e uma tristeza que se mostrar algo tão explicitamente bem, que não tem como conter, ou fazê-lá voltar ao seu habitat natural, o meu sub consciente. Sendo assim, meu sub consciente tá vazio, não existe mais sentimentos dentro dele querendo se mostrar pra mim em sonhos, eles viraram conscientes, eles se mostram agora em cada palavra minha, em cada texto, em cada revolta. Não acho certo compartilhar com outras pessoas, uma dor e uma tristeza que só pertence a mim. Uma dor e uma tristeza que às vezes nem pra mim mesma faz algum sentindo. Não é certo fazer com que outras pessoas tenham as minhas fraquezas. Nisso, eu sou egoísta, quero pra mim, só pra mim, a minha dor, a minha tristeza, minha saudade, minha fraqueza, minha nostalgia. Acho que eu vou cuspir muitas palavras ainda, pra que tudo isso saia de mim, vou cuspir muita saudade, muita confusão pra que tudo volte ao seu determinado lugar.. Enquanto isso, me afastar de todos os mundos possíveis, é minha única solução, a única cabível. Portanto, essa é minha justificativa, pra ficar um bom tempo longe do blog, isso não significa desativar, nem nada disso, ainda vou voltar aqui quando me der uma grande vontade de compartilhar meus sentimentos e ansiedades, mas por enquanto, eu vou ficar bem longe, de qualquer coisa que possa me fazer sentir algum tipo de cobrança, estou me livrando de tudo que me faz mal, de pessoas que não me servem, de sentimentos incertos. Só to me livrando de mim mesma aos poucos, pra que assim, eu seja uma pessoa melhor.
"Tem coisas que nem o amor é capaz de solucionar."
Até qualquer dia.

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